Brasil CNPq araucaria nuepeEstas ilustrações  têm a finalidade de contribuir com a aprendizagem em Ciências e Biologia. O seu uso deve obedecer a licença CC- By-NC-SA, com atribuição ao Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão, BioCel, UFPR. Embora disponibilizados para a aplicação, continuam  em um  processo sujeito à mudanças para atender melhor  a comunidade alvo.   A participação dos usuários com sugestões para melhoria deste trabalho é essencial. Portanto, a sua contribuição é desejável e bem-vinda.

Lisossomos

Resumo da função dos lisossomos. A. Principais componentes do lisossomo e o meio ácido são destacados. B. Proteínas (verde) sendo digerida por uma enzima e aos produtos da digestão (aminoácidos) sendo transportados para o citoplasma.

Maturação do fagoassomo. Clique na imagem para visualizá-la em tamanho maio

Maturação do fagossomo. Clique na imagem para
visualizá-la em tamanho maio

Pinocitose e digestão. Observa-se em A invaginação da membrana plasmática indicando o início da pinocitose (seta), e em B, em ampliação maior, a vesícula pinocítica já formada. Em C a vesícula pinocítica (seta) já se fundiu-se lisossomo e inicia a descarga de seu conteúdo, o qual é posteriormente digerido, como mostrado em D e E (seta.) Em E verifica-se uma ampliação de região do lisossomo evidenciando a presença de enzimas hidrolíticas.

Pinocitose e digestão. Observa-se em A invaginação da membrana plasmática indicando o início da pinocitose (seta), e em B, em ampliação maior, a vesícula pinocítica já formada. Em C a vesícula pinocítica (seta) já se fundiu-se lisossomo e inicia a descarga de seu conteúdo, o qual adenta no lúmen do lisossomo para ser digerido, como mostrado em D e E (seta.)

Adesão das leveduras aos receptores do macrófago. Observa-se em A a levedura (seta) aderida ao macrófago (asterisco). Essa interação acontece através dos receptores de membrana do macrófago que se ligam as moléculas da parede celular da levedura, como representado através de recursos gráficos em B.

Adesão das leveduras aos receptores do macrófago. Observa-se em A a levedura (seta) aderida ao macrófago (asterisco). Essa interação acontece através dos receptores de membrana do macrófago que se ligam as moléculas da parede celular da levedura, como representado através de recursos gráficos em

Vídeo didático. Macrófago vivo corado com laranja de acridina observado ao microscópio confocal

Vídeo didático. Macrófago vivo corado com laranja de acridina observado ao microscópio confocal

Fagocitose DIC

Fagocitose – Internalização de levedura por um macrófago e sua digestão. Ilustrações baseadas em imagens de microscópicas de células vivas editadas.

Etapas principais do transporte de H+ pela V-ATPase. O transportador de H+ para o interior de lisossomos. V-ATPase. Observe que a V-ATPase realiza transporte ativo, utilizando a energia do ATP, resultando em ADP mais fosfato (Pi), para bombear prótons (H+) para o interior do compartimento tornando-o ácido.

Etapas principais do transporte de H+ pela V-ATPase. O transportador de H+ para o interior de lisossomos. V-ATPase. Observe que a V-ATPase realiza transporte ativo, utilizando a energia do ATP, resultando em ADP mais fosfato (Pi), para bombear prótons (H+) para o interior do compartimento tornando-o ácido.

Acidificação dos fagossomos observada através vermelho neutro em macrófagos vivos que fagocitaram leveduras. . Observe em A vesículas vermelhas (endossomos e lisossomos) (setas), justapostas aos fagossomos não corados (asteriscos), portanto neutro. Note em B diferentes graus de acidificação: fagossomo 1 ainda está neutro, o 2 está com uma coloração vermelha mais suave e o 3 encontra-se bem corado. Em C todos os fagossomos (*) estão ácidos

Acidificação dos fagossomos observada através vermelho neutro em macrófagos vivos que fagocitaram leveduras. Observe em A vesículas vermelhas (endossomos e lisossomos) (setas), justapostas aos fagossomos não corados (asteriscos), portanto neutro. Note em B diferentes graus de acidificação: fagossomo 1 ainda está neutro, o 2 está com uma coloração vermelha mais suave e o 3 encontra-se bem corado. Em C todos os fagossomos (*) estão ácidos

Fatia de um megacariócito observada através de microscopia eletrônica de duplo feixe (DualBeam), que permite a construção 3D (Fig. 1A). Desta região específica isolou-se um bloco menor formado por 37 camadas ou fatias sequenciais, que juntos formam uma pilha do Complexo de Golgi (Fig. 1B-C). Algumas destas fatias estão representadas na figura D, bem como uma imagem esquemática do Complexo de Golgi em E.

Fatia de um megacariócito observada através de microscopia eletrônica de duplo feixe (DualBeam), que permite a construção 3D (Fig. 1A). Desta região específica isolou-se um bloco menor formado por 37 camadas ou fatias sequenciais, que juntos formam uma pilha do Complexo de Golgi (Fig. 1B-C). Algumas destas fatias estão representadas na figura D, bem como uma imagem esquemática do Complexo de Golgi em E.

Estrutura de glicoproteínas

Estrutura de glicoproteínas

Complexo de Golgi.

Complexo de Golgi.

RER Complexo de Golgi

RER Complexo de Golgi

Glicosilação de glicoproteínas

Glicosilação de glicoproteínas

Secreção regulada e constitutiva

Secreção regulada e constitutiva

Síntese e secreção celular

Síntese e secreção celular

Insulina e Glucagon

404_Goblet_Cell_new ruth com serta

Organização interna de célula secretora.

Sequence 04

Complexo de Golgi 3

Fagossomo

Permeabilidade seletiva da membrana

Mucosa oral

Comparação entre o tamanho de uma célula eucariótica e procariótica.

Nucleo paramecium

Paramecium célula eucariótica

Célula eucariótica – Estrutura usando o paramécio como modelo.

Comparação entre células procarióticas e eucarióticas. Clique na imagem para visualizá-la em tamanho maior.

Comparação entre células procarióticas e eucarióticas. Clique na imagem para visualizá-la em tamanho maior.

Célula eucariótica animal

Estrutura da célula eucariótica animal

Estrutura do núcelo

Estrutura do núcleo

Estrutura do núcleo

Estrutura do núcleo

Estrutura do núcleo com destaque para a cromatina e DNA

Estrutura do núcleo com destaque para a cromatina e DNA

Célula 3D. Animação interativa. Através do mouse ou touchpad é possível girar a célula em todos os ângulo, dar zoom e outros recursos. Clique na imagem para acessar a célula 3D

Célula 3D.

Representação esquemática da estrutura das células procarióticas. Clique na imagem para visualizá-la em tamanho maior.

Representação esquemática da estrutura das células procarióticas. Clique na imagem para visualizá-la em tamanho maior.

Comparação cel vegetal e animnal

 Célula vegetal com parede grossa

Estrutura da célula vegetal